Direção-Geral do Território
CVS - Corredores para a Vida Selvagem: Modelação espacial da pressão humana e a sua utilidade para a conservação do Lobo Ibérico
DIVULGAÇÂO
Workshop do projeto CVS
25 de setembro, Edifício C2 - sala 2.2.12, Faculdade de Ciências de Lisboa

O projeto de investigação CVS "Corredores para a Vida Selvagem: Modelação espacial da pressão humana e a sua utilidade para a conservação do Lobo Ibérico", financiado pela FCT, tem como Instituições participantes a Direção-Geral do Território (Coordenadora), o Centro de Biologia Ambiental (FCUL) e o Grupo Lobo.

No âmbito do projeto CVS realizou-se um Workshop em Lisboa, a 25 de setembro, que pretendeu apresentar e discutir os resultados do referido projeto. Contámos ainda com a participação do projeto BioDiversity4All, Rewilding Europe e do ICNF.

Programa do Workshop CVS
Fotografias do evento


Apresentações
  • Projeto CVS: Modelação espacial das perturbações ambientais (Ana Luisa Gomes - DGT)
  • Lobo como keystone species (Francisco Fonseca - CBA/FCUL)
  • Modelação do habitat do lobo ibérico: recolha de dados e metodologia de análise (Gonçalo Costa - Grupo Lobo)
  • Corredores de menor perturbação entre áreas protegidas (Lara Nunes - DGT)
  • O Projeto BioDiversity4All - Ciência participativa e biodiversidade (Patrícia Tiago - BioDiversity4All)
  • Rewilding Europe e a estratégia no Oeste Ibérico (Pedro Prata - Associação Transumância e Natureza)
  • O ordenamento nas áreas classificadas (Teresa Leonardo - ICNF)

Objetivo

Este projeto de investigação financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia pretende conduzir ao desenvolvimento de uma metodologia, integrável em contexto de Ordenamento do Território, que contribua para quebrar o isolamento entre os habitats fragmentados, através da identificação de parcelas lineares, cujas características permitam a migração das espécies selvagens existentes.

Para tal, foi criado um sistema pericial multicritério para a modelação espacial das perturbações ambientais, reflexo da influência humana no território. Neste sistema, a modelação espacial da influência humana baseia-se em três grandes temas, considerados representativos das principais perturbações ambientais: presença humana, poluição do habitat e uso/ocupação do solo. Cada um destes temas é constituído por um conjunto de variáveis espaciais que pretendem representar os diversos impactes provenientes das atividades humanas, gerando um gradiente de perturbações ambientais, que constitui a base para a identificação de corredores preferenciais para o atravessamento das espécies entre as áreas protegidas.

O estudo da presença e dispersão do lobo ibérico, uma espécie silvestre sensível à pressão humana mas com grande capacidade de deslocação, surge como forma de testar esta nova estratégia de identificação de Corredores para a Vida Selvagem (CVS).

Em síntese, este projeto pretende contribuir para aumentar a mobilidade das espécies selvagens entre as áreas protegidas em causa, favorecendo a persistência das espécies em perigo aí existentes, em especial do Lobo Ibérico, e simultaneamente, contribuir para aumentar a biodiversidade da região, dentro e fora das áreas protegidas.

Prazo de execução

Conclusão: setembro de 2014

Financiamento

(PTDC/AAC-AMB/111457/2009)

Entidades envolvidas

PROPONENTE

Direção-Geral do Território (DGT)

PARTICIPANTES

Centro de Biologia Ambiental (CBA - Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa)
Grupo Lobo (GL - Associação para a Conservação do Lobo e do seu Ecossistema)

Equipa

  • Ana Luisa Gomes (DGT - Investigadora Responsável)
  • Alexandra Fonseca (DGT - Investigadora)
  • Clara Bentes Grilo (CBA - Investigadora)
  • Francisco Fonseca (CBA - Investigador)
  • Gonçalo Costa (GL - Investigador)
  • Lara Nunes (DGT - Bolseira de Investigação)
  • Mariana Seara (CBA - Bolseira de Investigação)
  • Clara Espírito Santo (CBA - Bolseira de Investigação)
  • Barbara Marti Domken (CBA - Bolseira de Investigação)

Tarefas

O projeto CVS está estruturado em 6 tarefas distintas, listadas na seguinte Tabela

Tabela
ID Tìtulo Entidade Responsável Estado
Tarefa1 Coordenação, Gestão e Disseminação DGT Concluída
Tarefa2 Desenvolvimento do modelo conceptual DGT Concluída
Tarefa3 Informação Geográfica sobre o Lobo CBA Concluída
Tarefa4 Construção da Base de Informação Geográfica DGT Concluída
Tarefa5 Desenvolvimento do sistema pericial para a modelação espacial das perturbações ambientais DGT Concluída
Tarefa6 Geração de propostas de corredores de ligação entre as áreas protegidas DGT Concluída

Tarefa 1 (DGT): Coordenação, Gestão e Disseminação do Projeto CVS

O principal objetivo da tarefa T1, da responsabilidade da DGT, é o de assegurar uma correta coordenação e planeamento das várias tarefas do projeto de forma a garantir a execução dos trabalhos de acordo com o plano aprovado em sede de candidatura.
 
Foram realizadas 12 reuniões de trabalho, com toda a equipa de investigadores do projeto, para permitir a organização e integração das tarefas e a calendarização dos próximos trabalhos, assim como, para apresentar e discutir os resultados obtidos em cada tarefa.
 
Esta tarefa inclui também a elaboração dos relatórios de progresso e toda a gestão financeira realizada ao longo do projeto.
 
São ainda inseridas nesta tarefa as atividades relacionadas com a disseminação dos objetivos, métodos e resultados do projeto. Neste contexto, realizou-se, no último mês do projeto (setembro de 2014), um Workshop na FCUL, para apresentar e discutir os resultados do CVS. O Workshop CVS, contou com mais de 50 inscrições, envolveu a participação de 3 entidades convidadas, BioDiversity4All, Rewilding Europe e o ICNF (programa e apresentações disponíveis nesta página).

Tarefa 2 (DGT): Modelo conceptual para a identificação de corredores para a vida selvagem com base na modelação espacial das perturbações ambientais

A tarefa T2 centra-se no desenvolvimento de uma metodologia para identificação de corredores para a vida selvagem tendo por base a modelação espacial das perturbações ambientais, como reflexo da influência humana no território. Utiliza-se a distribuição do lobo ibérico para avaliação da adequabilidade dos corredores de ligação propostos entre as áreas protegidas. O esquema metodológico proposto inclui várias fases:
  • Fase 1: Desenvolvimento de um sistema pericial multicritério englobando os processos metodológicos para a modelação espacial das ameaças à vida selvagem, com base nos temas considerados representativos das perturbações ambientais (presença humana, poluição do habitat e ocupação do solo), resultando a criação de um gradiente das perturbações ambientais;
  • Fase 2: Identificação de propostas de corredores de ligação entre as áreas protegidas com base no gradiente das perturbações ambientais;
  • Fase 3: Avaliação de corredores para a vida selvagem recorrendo ao Lobo ibérico, uma espécie selvagem considerada sensível às perturbações ambientais, de forma a estimar a adequabilidade destes corredores para a vida selvagem. Para tal, recorre-se; 1) Modelação do Habitat do Lobo; 2) Monitorização do Lobo nos corredores propostos; 3) Estudo da opinião pública sobre o Lobo;
  • Fase 4: Identificação nos corredores propostos de pontos críticos e de constrangimentos relacionados com a existência de barreiras e de potenciais ameaças antropogénicas para a vida selvagem;
  • Fase 5: Adaptação das propostas de corredores para a vida selvagem de acordo com os pontos críticos identificados de forma a minimizar as ameaças, recomendar medidas mitigadoras que permitam melhorar a qualidade ecológica dos corredores de ligação entre as áreas protegidas.

Tarefa 3 (CBA): Informação geográfica sobre o Lobo

Com esta tarefa, da responsabilidade do CBA, pretendeu-se obter informação geográfica atualizada sobre a distribuição do lobo ibérico, bem como obter dados sobre as atitudes públicas para com o lobo, com o propósito de validar a adequabilidade dos corredores propostos. Deste modo, foram desenvolvidas as seguintes subtarefas:
  1. Obtenção de um mapa com a distribuição potencial de ocorrência de lobo: desenvolveu-se um modelo ecológico de adequabilidade especifico para a espécie utilizando o método da Máxima Entropia (Maxent), tendo por base pontos de presença confirmada da espécie e um conjunto de variáveis geográficas consideradas importantes para a presença deste predador. O resultado obtido foi um mapa de adequabilidade com as seguintes classes: Ótima; Boa; Adequada e Não adequada. Uma área significativa com habitat favorável está fora da área de ocorrência de lobo o que sugere que outros fatores podem estar a influenciar a distribuição de lobo e dificultar a sua recuperação, como sejam, as atitudes humanas para com os lobos e a ausência de presas selvagens;


  2. (clique sobre a imagem para ampliar)
  3. Recolha de informação para a validação, no terreno, da presença de lobo dentro de alguns corredores de vida selvagem elaborados na Tarefa 6: Cada um dos 3 corredores selecionados foi estratificado e dividido em 81 quadrículas UTM 4x4km, foram prospetadas 100% das quadrículas, realizaram-se 246 percursos de amostragem (correspondendo a mais de 750km de caminhos prospetados), foram recolhidos e enviados para análises genéticas 43 dejetos potencialmente pertencentes a lobo, foram obtidos registos fotográficos de lobo em 3 eventos independentes e realizadas 5 estações de escuta (ver Relatorio_Lobo_CVS2014.pdf);
  4. Estudo das atitudes públicas dentro dos corredores de vida selvagem (CVS), de modo a evidenciar potenciais zonas de conflito em zonas de bom habitat para a espécie. O questionário consistiu sobretudo em perguntas fechadas e foi anónimo e confidencial, com questões que se destinam a conhecer cada um dos quatro componentes que definem a Atitude - afetivo, cognitivo, intenção comportamental, comportamento. Foram realizados 273 inquéritos, 170 correspondendo ao público-geral, 74 a criadores de gado e 29 caçadores. Para a análise dos dados foram calculados diversos Índices de Atitude face ao lobo, tendo os resultados permitido concluir que existe uma diferença de opinião entre o público-geral e os outros grupos-alvo, com os criadores de gado a serem os mais negativos em relação à presença do lobo (ver Relatorio_AtitudesPublicasLobo.pdf).
    O projeto recorreu aos dados de distribuição do lobo ibérico, tanto em termos de distribuição potencial, identificando as áreas dos corredores com habitats adequados e com habitats a evitar, como usando a informação sobre a monitorização do lobo ibérico, identificando nos corredores propostos a localização de alcateias, de locais de nidificação ou confirmando a ausência de lobos. Um outro aspeto a aprofundar prende-se com a utilização da informação obtida no estudo das atitudes públicas face ao lobo nas áreas dos CVS. Esta informação representa uma fonte de dados de grande relevância, a explorar não só na redefinição do traçado dos CVS como para aprofundar o conhecimento sobre esta espécie e suas ameaças em Portugal.

Tarefa 4 (DGT): Construção da Base de Informação Geográfica

Recolha e tratamento de dados para o desenvolvimento e organização da base de dados de informação geográfica (IG) do projeto CVS. Inclui a recolha, tratamento e organização da base de dados de informação geográfica (IG), contendo toda a informação de base para a modelação espacial da influência humana e os mapas temáticos produzidos no âmbito do projeto, que abrange todo o território do Continente (Todas as variáveis geográficas em formato matricial possuem uma resolução de 100mX100m, o que corresponde a uma célula de um hectare).

IG de entrada no modelo:
  • Carta de Ocupação do Solo: nomenclatura CVS (fonte: COS 2007-DGT);
  • Rede viária e ferroviária: nomenclatura CVS (fonte: 1/500000-DGT);
  • Distribuição das indústrias: nomenclatura CVS (fonte: PCIP 2012-APA);
  • Densidade populacional por secção: nomenclatura CVS (fonte: Censos 2011-INE);
  • Limites das áreas protegidas (fonte: 2013-ICNF).
IG produzida no projeto CVS, proveniente dos trabalhos desenvolvidos nas tarefas 3, 5 e 6:
  • Impacto da presença humana (Tarefa 5);
  • Impacto da poluição sonora (Tarefa 5);
  • Impacto da poluição química (Tarefa 5);
  • Impacto do tipo de uso/ocupação do solo (Tarefa 5);
  • Gradiente de perturbações ambientais (Tarefa 5);
  • Corredores entre áreas protegidas (Tarefa 6);
  • Habitat potencial do Lobo Ibérico (Tarefa 3);
  • Distribuição do Lobo Ibérico (Tarefa 3).

Tarefa 5 (DGT): Desenvolvimento do sistema pericial para a modelação espacial das perturbações ambientais

Esta tarefa, da responsabilidade da DGT, corresponde ao desenvolvimento do sistema pericial para a obtenção do gradiente das perturbações ambientais.

A incorporação de um sistema pericial na metodologia para a modelação espacial das perturbações ambientais fornece maior robustez ao modelo e garante transparência no processo de decisão. O desenvolvimento deste sistema pericial incluiu:
  • Definição de um conjunto de questões no sentido de os peritos avaliarem as perturbações para as espécies selvagens, representadas pelas variáveis geográficas do modelo;
  • Desenvolvimento de um questionário na Internet, com o software GoogleForms, que permite maior facilidade de acesso pelos peritos, possibilita a sua utilização em simultâneo e faz a gestão automática das respostas numa única folha de cálculo;
  • Seleção de um conjunto de peritos com conhecimento e experiência nos temas da vida selvagem terrestre, conservação da natureza, ambiente, avaliação de impactes ambientais e ordenamento do território;
  • Análise estatística das respostas obtidas pelo sistema pericial.
Os inquiridos responderam às diversas questões do formulário CVS no sentido de avaliarem a perturbação para as espécies selvagens numa escala de 1 a 10, de acordo com um grupo biológico específico. Foram obtidas 51 respostas. Após análise estatística das respostas obtidas, não foi observado um agrupamento de tendências de resposta quer por grupo biológico, quer por tipo de formação, pelo que se agregaram as respostas num único perfil para o modelo espacial.

O cálculo do gradiente das perturbações ambientais, resultantes das atividades humanas no território continental português, recorreu à metodologia desenvolvida na Tarefa 2. Deste modo, com base nos valores de intensidade e de amplitude das ameaças, obtidos através das respostas dos peritos ao inquérito, aplicaram-se os processos de análise espacial para a modelação espacial das perturbações ambientais, recorrendo a processos de análise de vizinhança, reclassificação e álgebra de mapas gerando um mapa que pretende representar a pressão humana direta ou indireta sobre as espécies selvagens.

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Embora o gradiente obtido com a representação espacial da avaliação pericial das perturbações ambientais dependa da informação de base e da subjetividade inerente ao próprio sistema pericial, considera-se representativo do conjunto de opiniões de 51 especialistas em diferentes áreas associadas ao tema em estudo. O gradiente de perturbações ambientais serviu de base para a identificação dos corredores de menor perturbação entre áreas importantes para a conservação, que serão validados com o lobo ibérico, uma espécie sensível à perturbação antropogénica.

Tarefa 6: Geração de propostas de corredores de ligação entre as áreas protegidas

A tarefa 6, da responsabilidade da DGT, pretendeu identificar corredores de menor perturbação antropogénica para a movimentação das espécies selvagens entre as áreas protegidas, com base no gradiente das perturbações ambientais derivadas da presença e atividades humanas obtido na tarefa 5. A identificação de corredores para a vida selvagem (CVS) foi realizada recorrendo ao software Corridor Design que opera sobre o ArcGIS e que se baseia na função espacial least-cost-path sobre superfícies de custo, que neste caso, foi calculada sobre o inverso do gradiente das perturbações ambientais, obtido na Tarefa 5.

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Para avaliar a adequabilidade dos corredores propostos (CVS) e consequentemente do gradiente de perturbação que lhes serve de base recorreu-se à distribuição do lobo ibérico, informação produzida na tarefa 3. Verifica-se que dentro dos corredores CVS o habitat não adequado para o lobo ibérico corresponde apenas a cerca de 20% da área total, sendo dos restantes 80%; 43% zonas frequentadas pelo lobo e 37% áreas utilizadas para reprodução. Valores muito superiores aos obtidos para o resto do Continente.

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Cruzando a informação geográfica proveniente do gradiente das perturbações ambientais com a informação do modelo de distribuição do lobo, verifica-se que os locais mais adequados para o lobo, locais de reprodução, coincidem com as áreas de menor perturbação. O mesmo se regista para a situação inversa, em que as áreas mais perturbadas são geralmente classificadas como "Não adequadas" para o lobo.

Este estudo, deve ser aprofundado a uma escala mais local, particularmente em relação à existência de algumas áreas mais perturbadas dentro dos corredores que poderão dificultar a movimentação/progressão no interior das faixas propostas de ligação entre as áreas protegidas. Considera-se também importante aplicar a metodologia às restantes áreas protegidas do Continente e alargar o estudo às áreas transfronteiriças espanholas, não considerando a fronteira com Espanha como uma limitação ao cálculo do gradiente. Para além deste aspeto, a validação da adequabilidade dos CVS propostos poderá ser reforçada recorrendo a informação de outras espécies, aspeto essencial para a validação dos futuros corredores fora da zona de distribuição do lobo ibérico.

Resultados publicados:
  • Gomes, A.L.; Petrucci-Fonseca, F.; Costa, G.; Fonseca, A. (2011). Corredores para a Vida Selvagem com Base na Modelação Espacial das Perturbações Ambientais e a Sua Utilidade para a Conservação do Lobo Ibérico: Processos Metodológicos. Atas do 17º Congresso da APDR: 5º Congresso de Gestão e Conservação da Natureza, Congresso Internacional da APDR/AECR, 29 junho a 2 julho, Bragança (Artigo)
  • Gomes, A.L. (2011). Wildlife Corridors: Connecting Protected Areas fórum biodiversidade: Green Infrastructures for Biodiversity. GREENFEST, Centro de Congressos do Estoril, 28-30 setembro, Estoril. (Resumo) e (Apresentação)
  • Nunes, L.; Gomes, A.L.; Fonseca, A. (2012). Evolução da população residente em áreas protegidas portuguesas. Atas das 5ª Jornadas de Software Aberto para Sistemas de Informação Geográfica -  SASIG5, Universidade do Algarve, 15-17 novembro, Faro. (Artigo
  • Seara, M.; Costa, G.; Roque, S.; Maior, H.; Álvares, F.; Fonseca, F.; Grilo, C. (2012). Predicting occurrence of Iberian wolf: the role of sample size and spatial scale. Atas do III Congresso Ibérico do Lobo, Faculdade de Veterinária da Universidade de Santiago de Compostela, 23-25 novembro, Lugo, Espanha. (Resumo) e (Apresentação)
  • Gomes, A.L.; Nunes, L.; Fonseca, A. (2013). Sistema pericial para a modelação espacial das perturbações ambientais resultantes de atividades humanas. Atas da II Conferência de PRU, VIII ENPLAN e XVIII Workshop APDR: EUROPA 2020: "retórica, discursos, política e prática", Universidade de Aveiro, 5-6 julho, Aveiro. (Artigo)
  • Nunes, L.; Gomes, A.L.; Fonseca, A. (2013). Wildlife Corridors based on the spatial modeling of the human pressure: a Portuguese case study. WILD10, Symposium on Science and Stewardship to Protect and Sustain Wilderness Values, 4-10 october, 2013 - Salamanca, Spain. (Artigo)
  • Gomes, A.L.; Nunes, L.; Fonseca, A. (2013). Corredores de ligação entre áreas protegidas com base na modelação espacial das perturbações ambientais. Atas do IX Congresso da Geografia Portuguesa, Universidade de Évora, 28-30 novembro, Évora. (Artigo)
  • Petrucci-Fonseca, F.; Costa, G.; Seara, M.; Grilo, C. (2013). Anticipating future human-wolf conflicts: predicting wolf expansion areas in Portugal. Slowolf - Wolf Conservation in Humana Dominated Landscapes, 25-27 september, Postojni, Eslovénia. (Resumo)
  • Petrucci-Fonseca, F.; Costa, G.; Seara, M.; Grilo, C. (2013). Factors affecting wolf presence in the Iberian Peninsula. International Wolf Symposium, 10-13 october, Duluth, Minnesota, USA. (Resumo)
  • Mariana Seara - (2013). "Predicting occurrence of Iberian wolf: the role of sample size and spatial scale". Tese inserida no Mestrado em Sistemas de Informação Geográfica, Tecnologias e Aplicações, Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa. (Tese de mestrado)
  • Gomes, A.L.; Nunes, L.; Fonseca, A. (2014). A modelação geográfica das pertubações ambientais como instrumento de apoio à decisão na área do planeamento da conservação. Atas da Conferência Nacional de Geodecisão 2014, ISBN: 978-989-20-4966-3, Editor: Instituto Politécnico de Setúbal, 15-16 maio, Barreiro. (Artigo)
  • Gomes, A.L.; Nunes, L.; Fonseca, A. (2014). Corredores para a Vida Selvagem (CVS). EUE 2014, 21-22 maio, Culturgest, Lisboa. (Poster)
  • Nunes, L.; Gomes, A.L.; Fonseca, A. (2014). Uncertainty analysis in the modeling of wildlife corridors. IALE-Europe Thematic Workshop 2014, Instituto Superior Técnico, 4-5 julho, Lisboa. (Resumo) (Poster)
  • Barbara Marti Domken (2014). Recolha de informação sobre a distribuição do lobo ibérico em 3 corredores de vida selvagem. Relatório final. Coordenação do Prof. Dr. Francisco Petrucci-Fonseca. Projeto PTDC/AAC-AMB/111457/2009 - Corredores para a vida selvagem: modelação espacial da pressão humana e a sua utilidade para a conservação do lobo ibérico (Relatório: Relatorio_Lobo_CVS2014.pdf).
  • Clara Espírito Santo (2014). Atitudes Publicas para com o Lobo. Relatório final. Coordenação do Prof. Dr. Francisco Petrucci-Fonseca. Projeto PTDC/AAC-AMB/111457/2009 - Corredores para a vida selvagem: modelação espacial da pressão humana e a sua utilidade para a conservação do lobo ibérico (Relatório: Relatorio_AtitudesPublicasLobo.pdf).
Última atualização: quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

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