Componente In Situ - II Parte
A Componente In Situ pode recorrer a técnicas ou tecnologias que vão desde uma "simples" análise visual até à espetrometria, aos sensores óticos, aos sensores radar, às sondas acústicas, às sondas de multifeixe, à análise química e física, entre tantas outras. Esta Componente permitirá o acesso a informação como a composição química da atmosfera, a qualidade do ar, a cobertura de gelo, as características dos solos e a sua ocupação, dados geofísicos e inclui também dados de referência e dados auxiliares licenciados e disponibilizados pelos seus proprietários (e.g. institutos públicos das administrações públicas dos Estados-Membros) para utilização no Copernicus.
Última atualização:
quinta-feira, 26 de janeiro de 2017